quando te digo que não gosto, é porque não gosto mesmo. não teria necessidade de dizer-to se fosse indiferente para mim. não é. e se sabes que não é, porquê que insistes? porque não compreendes? eu não confio. não confio mesmo. já ouvi e vi demais para conseguir fazê-lo. e tu, depois de saberes de tudo o que sei ainda consegues prejudicar mais. ainda consegues mandar mais areia e enterrar-me lá no fundo. (...) imagina se eu fizesse o mesmo, gostavas? aturavas-me se fosse constantemente arrogante contigo e super querida para os teus amigos? continuavas comigo? quando eu te deixasse no chão, levantavas-te e mantinhas-te de pé? como se não fosse relativo, porque sabias que mais dia menos dia ias ver qualquer coisa e ias querer mandar-te sozinho. porque a sensação de estar no chão é melhor. não vês, não falas nem sentes. e se não sentes não amas. e se não amas, não te magoas. e no fundo eu só não quero magoar-me. ...
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A mostrar mensagens de agosto, 2011