Incrível é quando os vidros que outrora se partiram nas imensas discussões que tivemos são trocados por vidros novos. Por vidros limpos, modernos e, muito sinceramente, quem não gosta do que é novo? Sabe sempre bem ter a casa limpa e longe de estragos. E eu quero todo o tipo de protecção sobre qualquer entidade que se atrever a pisar o mesmo chão que nós, a menos que seja para nos ajudar. Farta de gastar dinheiro em remodelações estou eu mas, ainda assim, certa de que esta durará o tempo suficiente para nos mudarmos para outro sítio. Mais calmo, espero. (...) Há muito tempo que te guardo um lugar na cama. A minha mente estúpida e infantil acredita que vais voltar. Se calhar não agora, mas está para breve. Está sempre. (...) Confesso que na noite passada estiveste no teu auge mas, agora que voltámos à real life é real talk e a única coisa que tenho verdadeiramente a dizer-te é que te agradeço por continuares a ter lugar para mim, não na tua cama, nem sequer na tua casa, caguei p...
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A mostrar mensagens de abril, 2011
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Sabes uma coisa? Só hoje percebi que não é uma questão de amor. É mais do que uma questão de necessidade, de desejo, de querer; é mais do que dois corpos nus entrelaçados numa cama qualquer, percebes? (...) Só hoje percebo que a frase «tudo o que volta, é realmente teu» é uma fachada. Uma teoria estúpida, criada por uma pessoa estúpida com um propósito/pensamento/objectivo estúpido. Tudo o que é teu, não chega sequer a partir. (...) Irónico é estar quase um ano a tentar que ele voltasse quando se manteve sempre aqui, à distância palpável de um toque. (...) Entendo agora tudo o que a minha mãe disse, em tempos, sobre o amor: é sublime, muito. É lindo, mesmo que seja abstracto e juro que sinto-o a entrar-me pelos poros sempre que estou com ele.
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Quando me disseste algo como « Sabes o que queres dizer e não sabes escrevê-lo? » fiquei incrédula. Não, não consigo. É claro que não consigo. Que parte disso não percebes? Antes de entrares na minha vida, eu não sabia escrever sobre qualquer coisa que envolvesse alegria. Não conseguia só. Tudo o que sabia era escrever sobre mágoas, sobre arrependimentos, sobre tudo o que de mal me faziam. E depois tu apareceste. Fizeste-me sentir muito perto do céu, como se acreditasse que houvesse lá um paraíso guardado para mim. E eras tu, e estavas à minha frente, e estavas porque querias, porque gostavas. Gostavas sobretudo de desperdiçar o teu tempo a ouvir as minhas parvoíces, a rir e a gozar comigo, como sempre fizeste, como sempre gostei porque me fazias encarar a vida com um sorriso. Nem sei se faz sentido o que estou a dizer mas a verdade é que tendo ou não lógica, eu sentia-me assim - ainda hoje me sinto quando estou contigo - e gostava. Sempre te disse que estar c...