Sabes uma coisa? Só hoje percebi que não é uma questão de amor. É mais do que uma questão de necessidade, de desejo, de querer; é mais do que dois corpos nus entrelaçados numa cama qualquer, percebes? (...) Só hoje percebo que a frase «tudo o que volta, é realmente teu» é uma fachada. Uma teoria estúpida, criada por uma pessoa estúpida com um propósito/pensamento/objectivo estúpido. Tudo o que é teu, não chega sequer a partir. (...) Irónico é estar quase um ano a tentar que ele voltasse quando se manteve sempre aqui, à distância palpável de um toque. (...) Entendo agora tudo o que a minha mãe disse, em tempos, sobre o amor: é sublime, muito. É lindo, mesmo que seja abstracto e juro que sinto-o a entrar-me pelos poros sempre que estou com ele.

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